(Source: paulyteeth, via intoasylum)




das coisas que não deviam acontecer

de pequenos, escutamos muita coisa sobre a “vida real”. dizem que só descobrimos o que é de verdade quando começamos a faculdade, ou a trabalhar, ou ainda saímos de casa… mas acho que a realidade é muito mais brutal que tudo isso. a sensação de vida adulta, pra mim, só chegou quando me dei conta de pessoas morrendo ao meu redor. não falo daquele tio doente, nem da avó velhinha, falo de gente da minha idade, mesmo. cheia de vida, com um futuro pela frente. que não devia morrer agora, não é justo.

mas acontece. daí aprendemos que a vida não é sempre feita de justiça. a lição mais cruel e mais verdadeira de todas.

January
2nd
2012 #contando



eu gosto de você.

Anonymous


:) que bonito. e eu quero saber quem você é.

December
15th
2011 #say it loud



um neil gaiman para a todos governar.

(Source: hiddlepantherr, via -expelliarmus-)




ain’t it clear that i just can’t fit

tempos desesperados pedem medidas desesperadas, dizem. pedi por músicas aleatórias naquela esperança ingênua de que escutaria justamente o que precisava ouvir, uma luz, um vislumbre do que está por vir. a primeira música, é esse o combinado. 

“you fake just like a woman, yes you do.
you make love just like a woman, yes you do.
then you ache just like a woman.
but you break just like a little girl…”

November
11th
2011 #dramaqueen



bad, beautiful, broken.

bad, beautiful, broken.

(via pigwid)




i’m all i wanna be

dia a dia agitado não costuma dar certo pra pessoas preguiçosas, logo para mim deveria ser um total desastre, não? é, não. porque eu sou preguiçosa no agir, não no pensar. isso resulta em horas na cama/no chuveiro (é, no chuveiro, sue me) pensando em coisas que não devo. ter mais coisas ocupando minha mente tem ajudado a me condicionar a não perder muito tempo com lembranças (ou puros devaneios) desagradáveis. o esforço nem tem sido muito grande, para falar a verdade. com estágio, faculdade, ensaios e saídas eventuais, ando conseguindo controlar bem aqueles fantasmas que me assombraram por tanto tempo. vez ou outra um aparece, me dá calafrios, faz suas ameaças, mas já não é como antes. nada é como antes.

aliás, o mais importante é que eu não sou como antes. perceber isso dá um certo orgulho. por tantos anos me senti estagnada, parada no tempo, e agora vejo a evolução acontecendo assim, em poucos dias. é uma nova perspectiva. traz aquele frio na barriga que as situações novas costumam causar, e é bom. muito bom.

October
7th
2011 #dramaqueen